O bem e o mal provêm do uso que as pessoas fazem dos meios de comunicação, assim diz o documento do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, o “Ética nas Comunicações Sociais”, ou seja, são as pessoas que decidem se vão usa-los positivamente ou negativamente, essa escolha tem as consequências que vimos hoje em dia, que causa injustiça, mau entendimento da verdade e distorção da mesma. Como meios de manipulação em massa, a internet, rádio, TV, jornal, revistas e outros meios de comunicação tem o interesse de passar informação, podendo ser a verdade, ou a distorção da mesma, como no caso da pesquisa da IPEA “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”, que passou uma informação falsa dizendo que 65% da população brasileira concordava que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. A IPEA utilizou disso para fomentar manifestações feministas e gerar discussões nos meios de comunicação, ganhando “ibope” nas próximas pesquisas. Depois de ter acabado com seus “15 minutos de fama”, a IPEA pediu desculpas alegando um erro de “troca de gráficos”.
“Vimos a público pedir desculpas e corrigir dois erros nos resultados de nossa pesquisa Tolerância social à violência contra as mulheres, divulgada em 27/03/2014. O erro relevante foi causado pela troca dos gráficos relativos aos percentuais das respostas às frases Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar e Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas.”Rafael Guerreiro Osório e Natália Fontoura(Pesquisadores da Disoc/Ipea e autores do estudo)
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